Case de Sucesso · Unimed Piracicaba · 2025

O modelo de gestão que reduziu custos e melhorou resultados na Unimed Piracicaba

Transformar o desempenho institucional é possível sem comprometer a qualidade do cuidado com o paciente. Em menos de 12 meses, a metodologia Arpen entregou resultados mensuráveis e sustentáveis.

−30%
Tempo médio
de espera
−15%
Custos médicos
mensais
+21 pts
Melhoria no NPS
(satisfação do paciente)

Um cenário familiar a muitos hospitais brasileiros.

Em um cenário de alta pressão assistencial e crescentes restrições orçamentárias, muitos hospitais enfrentam gargalos sérios em seus prontos atendimentos.

A Unimed Piracicaba não era diferente: longos tempos de espera, altos custos por atendimento e satisfação do paciente abaixo do ideal criavam uma pressão constante sobre a operação.

A busca por alternativas mais eficientes tornou-se uma urgência estratégica — era preciso reestruturar o modelo de gestão do pronto-socorro sem comprometer a qualidade assistencial.

50 min
Tempo médio de espera
De acordo com o Instituto Brasileiro para Segurança do Paciente, o tempo médio de espera em prontos-socorros no Brasil pode ultrapassar esse número — comprometendo a resolutividade e a percepção de qualidade.
Fonte: IBSP — Instituto Brasileiro para Segurança do Paciente
20%
Variação no custo por atendimento
O custo médio por atendimento no pronto-socorro pode variar até 20% dependendo da eficiência operacional — especialmente em contextos de ociosidade e ausência de protocolos.
Fonte: FEHOESP
52 pts
NPS médio dos hospitais brasileiros
Dados da Solucx mostram que o NPS médio hospitalar é de 52 pontos — suficiente para funcionar, mas longe de tornar a instituição referência na experiência do paciente.
Fonte: Consultoria Solucx
+30 h
Horas médicas sem controle de escala
Sem gestão estruturada de escalas e sem metas claras de remuneração por valor, o excesso de plantões consome orçamento sem gerar proporcional ganho de qualidade assistencial.
Contexto operacional — Arpen Saúde

Resultados comprovados em menos de 12 meses.

Com uma abordagem centrada na execução prática, sustentada por dados e acompanhada de perto pela liderança médica, a operação passou a ser mais previsível, integrada e estratégica.

Os números comprovam que transformar o desempenho institucional é possível sem comprometer a qualidade do cuidado com o paciente — eficiência operacional e excelência assistencial são forças complementares quando sustentadas por um modelo bem estruturado.
−30%
Tempo médio de espera Redução no pronto atendimento, melhorando a experiência do paciente e a eficiência operacional.
+20%
Volume de atendimentos Aumento no número de atendimentos com menos horas médicas e custo reduzido — mais resultado com menos recurso.
−16,8%
Horas médicas mensais Redução nas horas contratadas com manutenção e melhoria dos indicadores assistenciais.
−15%
Custos médicos mensais Redução sustentável com qualidade assistencial mantida e processos mais eficientes.
+21 pts
NPS — satisfação do paciente Melhoria expressiva no Net Promoter Score, refletindo a percepção de qualidade pelos pacientes.

A transformação foi construída passo a passo.

A mudança não aconteceu da noite para o dia. Ela foi erguida sobre uma base sólida de execução e alinhamento entre equipes médicas e diretoria técnica.

01

Reorganização das escalas médicas

O primeiro passo foi alinhar os médicos às diretrizes da coordenação clínica, fortalecendo a previsibilidade da operação e reduzindo o excesso de plantões que consumiam orçamento sem ganho proporcional.

02

Implantação de protocolos e gestão por dados

A implantação de protocolos assistenciais aliada à gestão próxima dos indicadores permitiu correções em tempo real — antes que os problemas se tornassem gargalos crônicos.

03

Bonificação por desempenho e metas claras

A remuneração foi alinhada a metas objetivas de performance, incentivando o engajamento do corpo clínico e melhorando a qualidade assistencial sem aumento de custos.

04

Análise assistencial e indicadores estratégicos

Foram estruturados processos de análise focados em retorno evitável, tempo de permanência e preenchimento correto de CIDs — indicadores antes negligenciados que passaram a guiar decisões clínicas e operacionais.

Sustentável,
Eficiente e
Humana.

A combinação dessas medidas resultou em uma operação mais previsível e integrada. Eficiência operacional e excelência assistencial trabalhando juntas — não como forças opostas, mas como aliadas de um modelo de gestão bem estruturado.

CY
Dr. Carlos Youssef
Diretor Presidente
Unimed Piracicaba
"

A parceria proporcionou uma melhoria significativa em nossa operação. Desde a assistência aos pacientes até a gestão eficiente dos recursos. Resultando em uma redução de custos e um aumento visível na eficácia dos processos.

Sua instituição pode ter o mesmo resultado.

A Arpen transforma prontos atendimentos hospitalares por meio de metodologia baseada em dados, execução e resultados comprovados. Coordenação clínica, estrutura de escala, indicadores em tempo real e governança médica de verdade.